Chave Móvel Digital: autenticar, ativar, assinar
Os três gestos da CMD separados passo a passo: entrar nos portais, ativar por app, Autenticação.gov ou Finanças, e assinar PDF no navegador.
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Os três gestos da CMD separados passo a passo: entrar nos portais, ativar por app, Autenticação.gov ou Finanças, e assinar PDF no navegador.
De onde veio a expressão, o que prometia e o que dela subsiste quando quase tudo — Estado, escolas, comércio — passou a ser digital.
A entidade pública que coordenou as políticas da sociedade da informação entre 2005 e 2012, sucedida pela Unidade de Missão Inovação e Conhecimento e depois pela FCT.
Passaporte, título e cartão de residência: como estrangeiros podem ativar a Chave Móvel Digital e onde o número de contribuinte é exigido.
Da cimeira WSIS de 2005 ao Fórum de Governação da Internet: quem escreve as regras da rede e onde Portugal participou.
Sítios concebidos para todas as pessoas: o que diz a iniciativa WAI do W3C e porque é que a acessibilidade serve também quem não tem deficiência.
Verificações simples ao alcance de qualquer equipa: imagens, teclado, contraste e estrutura, segundo as «Easy Checks» da WAI.
Frases curtas, títulos claros, alternativas textuais: conselhos práticos da WAI para uma escritura web mais utilizável.
Da Unidade Acesso de 1999 à resolução do Conselho de Ministros de 2007 e à tradução portuguesa das WCAG 2.0 em 2009: o percurso documentado.
Criada em abril de 2001, ligou mais de 200 organizações não governamentais à rede RCTS: um capítulo documentado da inclusão digital portuguesa.
A rede que integrou escolas, universidades e investigação numa só rede de ciência e educação — e que continua a ser a espinha digital do conhecimento.
Mais de 5.000 pontos de acesso e roaming entre instituições: a rede sem fios que fez do ensino superior português um único campus virtual.
De 18% de escolas com banda larga à ligação de todas em janeiro de 2006, e do Plano Tecnológico da Educação de 2007 aos dois alunos por computador.
O serviço público que preserva milhões de ficheiros recolhidos na web desde os anos 90 e os torna pesquisáveis por qualquer pessoa.
A Cadernos da Sociedade Digital é uma publicação coletiva e independente sobre a vida digital portuguesa: o Estado que se tornou eletrónico, os sítios web que se abriram a todas as pessoas, as redes que ligaram escolas e universidades, e a memória que a web foi deixando pelo caminho.
Lemos devagar. Cada texto parte de fontes públicas verificáveis — portais oficiais, arquivos institucionais, normas internacionais — e explica o que mudou, quando mudou e onde confirmá-lo. Quando descrevemos iniciativas públicas já extintas, damos-lhes datas e origem; quando descrevemos serviços que existem hoje, apontamos a página oficial onde cada passo pode ser conferido. Nada do que aqui se publica substitui essas fontes.
Escrevemos em português europeu, para quem utiliza os serviços digitais, para quem constrói sítios web e para quem estuda a sociedade que eles criaram.
Começamos pelo princípio: a sociedade da informação e o Estado digital.